Análisis del proceso formativo de un grupo de reclusos en un taller de Scratch / Analysis of the training process of a group of prisoners in a Scratch´s workshop
Palavras-chave:
Scratch, Pensamiento creativo, Centro penitenciario / Scratch, Creative thinking, PrisonResumo
Este artículo analiza el impacto que el uso de Scratch tiene sobre un grupo de reclusos pertenecientes al módulo de respeto del Centro Penitenciario de Nanclares de la Oca (Álava). Para ello se ha estudiado la evolución del pensamiento creativo de los internos participantes y se han analizado las consideraciones aportadas por los diferentes agentes que han participado, esto es, los reclusos participantes en un taller de Scratch, los profesionales penitenciarios y el propio investigador-formador. La singularidad del entorno ha sido determinante en la elección de las herramientas de recogida de información. Estas fueron principalmente las notas de campo y el diario del investigador, el Test CREA y un cuestionario de satisfacción con el taller. Se ha observado que la dinámica de las prisiones, las características de los internos y el entorno socioecológico del recinto ofrecen escasas posibilidades para el desarrollo del pensamiento creativo. A pesar de tratarse de una población pequeña, en el estudio se concluye que en este contexto u otros similares, Scratch podría favorecer cambios en los participantes que trabajasen con él con continuidad.
Abstract
This paper analyzes the impact that the use of Scratch has in a group of prisoners of Nanclares (Alava). We analyzed the evolution of the creative thinking of the prisoners and the contributions of the various participants that is, prisioners participants in a Scratch workshop, prison´s professionals and the researcher-former itself. The singularity of the environment has been decisive in the choice of measuring instruments. These were mainly the field-notes and the researcher´s journal, the CREA Test and a questionnaire of satisfaction with the workshop. It has been observed that the dynamics of prisons, prisoner’s features and socio-ecological environment offer few possibilities for the development of creative thinking. Despite being a small population, the study concludes that in this context or similar, Scratch could encourage changes in participants who would work with it continuously.
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