Teleformación: enfoques pedagógicos críticos frente a modelos de mercado
Palavras-chave:
Teleformación, Mitos, Ventajas, Didáctica, CiberespacioResumo
Este artículo profundiza en la concepción de los procesos de teleformación desde la disciplina didáctica y cuestiona el actual e insuficiente enfoque psicologicista conferido a esta modalidad de formación en línea. La ausencia de un análisis didáctico sobre los componentes que intervienen en estos procesos contrasta con la fabricación de discursos encaminados a sobrevalorar la importancia de otros elementos que integran estas nuevas experiencias educativas (plataformas, estándares, etc.) y que no pueden garantizar el éxito de una acción formativa. Con la intención de entender qué factores intervienen en esta nueva modalidad de formación a distancia, realizamos un proyecto de investigación, empleando la metodología del estudio de caso, sobre un curso de teleformación. Así, recopilamos y analizamos aquellos datos que nos pudieran ofrecer información sobre el comportamiento de docentes y discentes durante ese proceso: correos, chats y foros. En base a los resultados obtenidos intentamos dirimir cuáles son las verdaderas innovaciones y ventajas que, hasta este momento, experimentan los actores y actrices de los procesos de enseñanza-aprendizaje en las experiencias de teleformación. A la luz de las conclusiones extraídas realizamos algunas propuestas encaminadas a introducir mejoras en los cursos de formación en línea.Downloads
Downloads
Edição
Secção
Licença
As pessoas autoras que publicam nesta revista aceitam as seguintes condições:
As pessoas autoras conservam os direitos autorais sobre os seus trabalhos e concedem à revista o direito de primeira publicação. Os artigos são publicados sob a licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0), que permite a terceiros compartilhar, copiar, distribuir, comunicar publicamente, adaptar, transformar e reutilizar o trabalho em qualquer meio ou formato, inclusive para fins comerciais, desde que a autoria seja devidamente reconhecida, a fonte original seja citada, seja incluído um link para a licença e sejam indicadas eventuais alterações realizadas. Nota: Esta licença aplica-se aos artigos publicados a partir do vol. 25, n.º 2, 2026.
As pessoas autoras podem estabelecer acordos contratuais independentes e adicionais para a distribuição não exclusiva da versão publicada do artigo —por exemplo, o seu depósito em um repositório institucional ou a sua posterior inclusão em um livro—, desde que se indique claramente que o trabalho foi publicado pela primeira vez nesta revista.
É permitido e recomendado às pessoas autoras depositar e divulgar o seu trabalho na Internet, por exemplo, em repositórios institucionais, páginas institucionais ou páginas pessoais antes, durante e depois do processo de revisão e publicação, pois isso pode favorecer o intercâmbio acadêmico, a visibilidade do trabalho e uma divulgação mais ampla e rápida da investigação publicada.





